Minha Morte

Meu peito dói incessante
a alma se desintegra
cada célula se entrega
não dá para ir adiante.

Não existe em mim revolta
nem tampouco depressão
não há ferida na emoção
mas o espírito se solta.

Grandes falhas reconheço
tudo que errei não esqueço
quero entretanto acertar.

Meu desencarne é certeza
sigo adiante sem tristeza
este é meu recomeçar.

Alexandre Pimentel
Varjão do Torto, 24 de fevereiro de 2015.
http://sonetosdopimentel.blogspot.com.br

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